[1998] La Usurpadora

Novela das mais emblemáticas da história da Televisa, La Usurpadora foi um daqueles momentos onde o triunfo é total. As gêmeas Paola e Paulina conquistaram não só o México, mas quebraram recordes ao redor do mundo, tornando-se uma referência quando o assunto é telenovela.

Na trama, Paola Bracho (Gabriela Spanic) é uma mulher rica e frívola que engana seu marido, Carlos Daniel Bracho (Fernando Colunga). Um dia, conhece uma mulher idêntica a ela, a nobre Paulina (Gabriela Spanic). Aproveitando-se de sua dificuldade financeira, Paola chantageia Paulina para que esta ocupe seu lugar em sua casa, enquanto ela se diverte ao redor do mundo com seus amantes. Ao chegar na casa dos Bracho, Paulina – usurpando o lugar de Paola – é hostilizada por quase todos. E além disso, enfrentará alguns desafios: o alcoolismo de Vovó Piedad (Libertad Lamarque), o rancor de Estefanía (Chantal Andere), a falência da fábrica Bracho, e o amor de Carlos Daniel, que enfrentará a resistência de Paulina ao assumir que está apaixonada pelo marido da verdadeira Paola, enquanto ela, é somente uma usurpadora.

USURPA-01Inés Rodena foi muito feliz na criação história sobre mulheres idênticas que trocam de identidade – uma boa, e outra má – confundindo a todos. Texto esse que encontrou na adaptação de Carlos Romero a perfeição em 1998. Os elementos eram os mais delirantes possíveis: verossimilhança questionável do roteiro, os bons bem bons, e os maus muito maus. Estavam aqui todos os elementos do clássico folhetim. A direção de Beatriz Sheridan deu o tom maniqueísta que a história precisava (com direito a figurinos demarcados, como os tons rosas de Paulina, e o vermelho de Paola – sem que isso as identificasse diante dos personagens!), e a produção executiva de um promissor Salvador Mejía Alejandre – que havia experimentado seu primeiro êxito solo no ano anterior – tornaram La Usurpadora um verdadeiro vício televisivo.

O mais curioso sobre o sucesso de La Usurpadora é que no México ela foi exibida em um momento onde a TV Azteca havia chamado muito a atenção com a trama realista de Mirada de Mujer (1997), e La Usurpadora veio para reafirmar tudo aquilo que a Televisa é especialista: as tramas clássicas. O êxito foi imediato e a audiência foi subindo às alturas, distanciando La Usurpadora da concorrência, e até mesmo das outras tramas da grade. Mais impressionante é que a conexão com o público foi tão rápida que, durante a exibição de cada capítulo, ninguém parecia se importar com a coerência da trama.

USURPA-02Deve ser porque, a parte de tudo, o texto era recheado de frases antológicas, as cenas rápidas, e a trama avançava rapidamente, criando inúmeros ganchos imperdíveis: Quando Paola voltará? Quando Paulina vai se entregar a Carlos Daniel? Quando a fantasia de Mulher Maravilha da menina Lisete (Maria Solares) seria entregue? Por quase 6 meses, La Usurpadora seguiu numa cadência de acontecimentos que levaram a novela ao status de clássico. A fórmula bem-sucedida estava justamente em oferecer ao público uma trama absolutamente simples, onde tudo é mastigado. Ou seja, começando a partir de qualquer cena, é possível pegar a novela e não largá-la mais.

Aqui também estavam presentes alguns enraizados pré-requisitos do dramalhão latino: a postura machista, por exemplo, de todos se escandalizarem na reta final, com o fato de Carlos Daniel se envolver com uma divorciada (papel de Yessica Salazar). Até havia uma quebra: Paulina era a responsável por levantar a fábrica Bracho – o que era até fantástico de acreditar, como por exemplo, que Paulina, de reles atendente em uma toalete de senhoras, virasse a salvadora da pátria para reerguer a fábrica Bracho.

O elemento das gêmeas foi parte fundamental do sucesso da história. Mesmo sendo uma tonta o tempo inteiro, havia uma torcida por Paulina. Mas se houve um personagem memorável foi Paola Bracho. Sedutora, má, ardilosa e manipuladora, Paola rendeu alguns dos melhores momentos da novela. A personagem virou ícone entre as vilãs. A fase onde finge estar paralítica, então, só tem momentos perfeitos e divertidos.

USURPA-03Mas não era somente a trama principal a causar interesse. Todos os personagens eram muito carismáticos. A Vovó Piedad, por exemplo, é outra que cativou o público com seu jeito afetuoso. Estefanía foi uma das mais interessantes. Fanática religiosa, cumpria o papel de principal antagonista de Paulina na mansão dos Bracho até a volta de Paola. Havia a mágoa porque seu marido Willy (Juan Pablo Gamboa) havia sido destruído por Paola. Houve grande expectativa para a mudança do visual da personagem – mesmo a atriz já sendo bastante conhecida. Outra vilã que deu trabalho foi Gema (Dominika Paleta), a prima dos Bracho que vivia aparecendo pra causar algum tumulto e dar em cima de Carlos Daniel. E até mesmo os criados da casa, como a fofoqueira Lalita (Paty Díaz) e a fiel Fidelina (Magda Guzmán). As centenas de amantes de Paola também eram destaque: Alessandro Farina (Enrique Lizalde), Luciano (Mario Cimarro), o pinto Donato (Giovan D’Angelo), e até mesmo Douglas Maldonado (Miguel de León), que no passado havia sido enganado por Paola.

Com Paulina presa, a novela ficou ainda mais interessante. Na fase da cadeia, ela é assediada pelo diretor do presídio (Humberto Elizondo), e defendida por Edmundo Serrano (Arturo Peniche), que vira seu novo interesse romântico. Só que Paulina era tão virginal, que sabíamos que nada aconteceria entre os dois. Em meio a isso, Paola interage com a enfermeira Elvira (Azela Robinson), que se revela tão mau caráter quanto Paola. O auge desse momento é o julgamento de Paulina, com direito a um depoimento inesquecível de Paola (com um figurino marcante). Nesse momento, merece destaque a participação de Laura Zapata como promotora. Mesmo num papel de poucos capítulos, a atriz fez a diferença!

USURPA-04A reta final ainda reserva bons momentos. O acidente de Paola e Elvira – com o clássico boneco arremessado que deveria ser Elvira – desencadeia os últimos acontecimentos. O incêndio na fábrica Bracho, e a revelação de que Estefanía era filha de Fidelina foram alguns dos pontos altos. Só o que foi bem fraco foi o último capítulo. Não havia surpresa de que o casamento entre Paulina e Edmundo Serrano não aconteceria e que ela voltaria para Carlos Daniel – mesmo com a irritante promessa de que jamais ficaria com o marido da irmã morta, e que em vida, só a prejudicou. Também foi triste no final da novela Estefanía, que havia sofrido tanto, terminar em um manicômio.

No sábado seguinte, já foi exibido um especial Mas Allá de la Usurpadora. Esse especial foi idealizado por Carlos Romero, mas escrito por seu grande amigo Alberto Gómez. Não traz nada de muito especial, a não ser a cura da loucura de Estefanía. Além disso, uma trama bem previsível sobre uma troca de exames que fez Paulina acreditar que morreria e que por isso, doutrinou a babá Raquel (vivida por Yadhira Carrillo) a ocupar seu lugar, sem se dar conta de que ela era uma víbora. Uma trama similar, sobre uma babá perversa, também foi a base do especial La Madrastra…Años Después (2005), com Alejandra Barros na pele dessa babá malvada. Ainda assim, Mas Allá de la Usurpadora foi um grande sucesso, e abriu precedentes para especiais de continuação.

USURPA-05As inúmeras reprises da novela, tanto no Brasil, quanto ao redor do mundo, deram a ela o caráter de cult. Foi o maior sucesso da trajetória de Salvador Mejía. E com certeza parte desse grande momento se deveu ao elenco adequado. É fato bem conhecido que Thalía era a primeira opção para interpretar Paola e Paulina. Dizem que uma das razões da recusa foi o fato de uma das duas ser uma antagonista, o que fez Thalía temer comparações com Lucero em Lazos de Amor (1995). Como segunda opção, Carlos Romero pensou na venezuelana Gabriela Spanic – com quem já havia trabalhado em Como Tú, Ninguna (1995). O fato não foi bem aceito por inúmeras atrizes, que achavam um desprestígio essa oportunidade ir parar nas mãos de uma atriz que não fosse mexicana. Somente atrizes que já haviam trabalhado fora do México apoiaram a escalação, como Verónica Castro ou Adela Noriega. A própria Gabriela Spanic relatou as inimizades que sua presença na emissora foi gerando. O relacionamento difícil entre Gabriela Spanic e colegas de trabalho ainda viria a ser tema de páginas de revistas de fofoca em outras produções. Segundo a atriz, uma das que mais apoiou sua presença foi Libertad Lamarque. Ela ainda garantiu passaporte para seu então marido Miguel de León (que viveria além de Douglas Maldonado em La Usurpadora, o papel de protagonista em Carita de Ángel, em 2000). A curiosidade sobre a vida da atriz ao redor do mundo levou ao descobrimento de que a atriz já quase havia sido Miss Venezuela e que, assim como Paulina, também tinha uma irmã gêmea, Daniela Spanic.

E a verdade é que não teve pra ninguém: Gabriela Spanic virou “la usurpadora” para sempre. Sua interpretação dramática era exagerada e bastante caricata (tanto como Paola, quanto Paulina), mas a atriz possuía algo único que a fez dona do papel – carisma. Era o tal “ángel” que os mexicanos tanto falam, e que a atriz tinha para se eternizar no papel. Tanto que, em inúmeras ocasiões, a atriz reviveu esse tipo de personagem em outras produções – ficando até com um certo estigma por ter vivido Paola Bracho. Com essa novela, a atriz ganhou status de estrela internacional, deu a volta ao mundo divulgando a novela, tornando-se um dos nomes que mais vendeu telenovelas na década seguinte.

USURPA-06A novela ajudou a consolidar a carreira de Fernando Colunga. Ainda um ator bastante fraco, da escola de Beatriz Sheridan, com galãs empostados, caras e bocas. Mas o ator também tinha sua ligação com o público cada vez mais fortalecida. Era seu terceiro grande sucesso consecutivo e ele viraria a partir daí, o galã mais importante da emissora. É bem verdade que o excesso de “bananice” de Carlos Daniel chegava a irritar, mas fez parte do jogo do sucesso da trama.

Atuação adorável e espirituosa teve Libertad Lamarque como Vovó Piedad. A presença inconfundível da grande atriz e cantora argentina foi famosa, porque a personagem era encantadora, e a atriz também. O papel inclusive virou o de uma avó para que ela pudesse participar. Nas versões anteriores, ela era a mãe de Carlos Daniel.

Chantal Andere teve aqui um de seus melhores papéis. Famosa por viver vilãs, aqui ela também cumpria uma função de antagonista, mas a maldade não era gratuita. Apesar do visual exagerado do começo, o personagem foi construído por competência numa brilhante interpretação da atriz. A inimizade velada entre Gabriela Spanic e Chantal Andere também rendeu algum comentário, mas nada que prejudicasse o desempenho da novela.

USURPA-07Depois de um lançamento mal-sucedido como protagonista, Dominika Paleta seguiu um bom caminho como vilãs, graças a Gema. Juan Pablo Gamboa – com destaque para seus paletós coloridos – também chamou a atenção como o malandro Willy. A novela revelou o talento e a beleza de Adriana Fonseca, como Veronica Soriano – que chegava a interessar Carlos Daniel. Marcelo Buquet, depois de consecutivos trabalhos, ganhou oportunidade como protagonista em El Diário de Daniela – ainda no mesmo ano.

Merece destaque ainda a interpretação de Magda Guzmán como a sofrida Fidelina. E se é pra falar nos primeiros atores, aqui houve um festival dos atores mais antológicos que já trabalharam nas novelas rosas: Sylvia Derbez e Silvia Caos (como as irmãs Chabela e Cenobia – esta última muito engraçada – que se viam as voltas com o menino Carlitos, vivido por Sergio Miguel, quando este desaparecia), René Muñoz, Tito Guízar, Ninón Sevilla, Miguel Córcega, Renata Flores, e até mesmo os emblemáticos Irán Eory e Enrique Lizalde em participações bem especiais.

Quem não teve um papel tão bacana foi Alejandro Ruiz – considerando que ele havia chamado muito a atenção em Esmeralda (1997), e aqui seu personagem não teve tantas oportunidades. O mesmo pode-se dizer de Azela Robinson. A própria atriz diz que entrou na novela “para brincar” dada a fantasia delirante do texto. O papel foi marcante, mas era pouco para quem havia brilhado em Cañaveral de Pasiones (1996).

La Usurpadora era a quarta versão de um grande sucesso de Inés Rodena, mas com certeza, foi a mais bem-sucedida, tanto pelo acabamento, quanto pela possibilidade de dar a volta ao mundo, eternizando a popularidade da história. Mas, curiosamente, essa era a segunda versão feita no México. A primeira havia sido em 1981 sob o título de El Hogar Que Yo Robé, trazendo a diva Angélica Maria e Juan Ferrara nos papéis centrais. Essa versão não teve o sucesso esperado, inclusive inúmeras mudanças vão acontecendo no desenrolar da trama. Por exemplo, Florita (Maritza Olivares), a Lalita desta versão, chegava a seduzir o patrão, e ambos iam parar em um hotel, onde aparecia o verdadeiro pai das gêmeas! Mais recentemente, uma versão bastante livre foi produzida pela Univisión, batizada de ¿Quién eres tú? (2012), com Laura Carmine e Julián Gil, um verdadeiro fracasso. Entre as mudanças dessa versão, está o fato das irmãs terem se conhecido na adolescência e só depois serem separadas. Além disso, a gêmea má começa a história querendo fraudar a empresa do marido, entre outros absurdos.

USURPA-08

Em 2001, Ignacio Sada reuniu Carlos Romero e Beatriz Sheridan para produzir La Intrusa, outra trama de Inés Rodena que tinha gêmeas em seu argumento original. E boa parte do elenco de La Usurpadora estava de volta: Gabriela Spanic, Arturo Peniche, Chantal Andere, Laura Zapata, Dominika Paleta, Enrique Lizalde, Sylvia Derbez, Alejandro Ruiz, Juan Pablo Gamboa, Silvia Caos, entre outros. A novela não teve nem de longe o mesmo sucesso. Desta vez, o elemento das gêmeas não funcionou tão bem, porque na novela original, a irmã gêmea da protagonista só surgiu quando decidiram matar a heroína – considerada sonsa pela audiência.

No México, os primeiros capítulos de La Usurpadora dividiram espaço com as últimas semanas da novela Huracán, exibida às 21h30. Com o final da novela, La Usurpadora passou a ter uma hora de duração, e desde então, nunca mais as novelas foram exibidas em seu tempo normal em meia-hora no horário nobre (salvo capítulos finais, emendando com os primeiros da novela estreante.

O texto clássico, o elenco carismático, a trilha sonora incondundível (como o retumbante tema de Paola Bracho), fizeram de La Usurpadora um tipo de novela que qualquer fã não consegue esquecer – até porque ela é constantemente lembrada com reprises. Seu mérito inicial, porém, ninguém apaga. Um verdadeiro antes e depois na carreira de todas as peças chaves que compuseram esse triunfo.

Confira abaixo o elenco da novela!

10 comentários sobre “[1998] La Usurpadora

  1. Monalisa Sette

    LU é um verdadeiro exito, ótimos instrumentais e uma linda fotografia, mas sinceramente, não consigo gostar da novela. As incessantes reprises pelo Sbt e a idolatria desmedida tanto por Paola Bracho quanto por Gabriela Spanic me fizeram tomar birra da novela.
    Sobre Thalia ter recusado por medo de comparações com a Lucero: nunca tinha pensado nem ouvido falar sobre isso, e penso que o rela motivo tenha do o filme Anastasia ou talvez a carreira de cantora. De toda forma, foi super válida a escolha de Spanic para o papel, ela os fez tão bem que ainda vive em -grande parte- em função do sucesso deles.

    Ah continue com esse seu trabalho maravilhoso, e traga mais classicos de preferencia!

  2. Thiago Fernandes Autor da Postagem

    Monalisa, sobre a questão da Thalía, acredito que a carreira de cantora pesou (sempre foi motivo pra recusa de inúmeras novelas), mas acho que nesse caso, o sucesso de La Usurpadora foi tão retumbante que Thalía aceitou sem pensar duas vezes o convite do trabalho seguinte do Salvador Mejía, Rosalinda (1999), que como sabemos, foi bem turbulento no México.

  3. Diogo

    é até dificil comentar a usurpadora…afinal, já passou tanta vezes (e reprisará mais algumas) que todo mundo sabe a história de cor

    mas o fato é só um: é uma novela mto apaixonante e viciante…várias vezes você deixa a tv lá ligada…sem prestar atenção…e quando percebe…quer saber o que vai acontecer…mesmo JA SABENDO o que irá acontecer

    acho todos os atores exageradíssimos…mas faz parte do charme da novela…ela tem um ritmo muito bom…uma produção q, embora nao tenha nada de luxuoso…se defende bem mesmo a novela já tendo certa idade…acho que por isso seu sucesso não envelhece

    e mesmo coisas que hoje estão super fora de moda: gente falando para a câmera num momento de flashback…pra citar um exemplo…ajudam a deixar a novela ainda melhor

  4. Thiago Fernandes Autor da Postagem

    Isso das pessoas olhando pra câmera falando o texto num flashback é uma influência 100% de Valentim Pimstein, de quem o Salvador Mejía é discípulo direto. Eu também amo esses momentos. Eram quase um selo de que a novela era mexicana!

  5. Gisele

    Falar o que de uma novela que sempre que passa atrai o público? Bem, a história todo mundo já conhece, mas prende mesmo assim e praticamente todos os personagens possuem destaque. Tem momentos exagerados e também momentos chatos, mas de certo modo a trama é um marco na história das telenovelas. Chantal Andere foi espetacular, tem a quem puxar rsrs. A saudosa Libertad Lamarque como a vovó Piedade, Juan Pablo Gamboa surpreendendo no papel do vilão Willy, Enfim, a trama da família Bracho sempre terá espaço para prender o público.

  6. Gabriel silva

    Eu nunca parei pra ver essa novela toda antes, mas com essa reprise eu to vendo e to gostando bastante quando uma novela é boa e o povo gosta podem colocar a maluquice e os exageros q quiserem e reprisar também rss
    Pra mim não tinha atriz melhor pra interpretar as gêmeas, eu não consigo imaginar thalia ou muito menos a chantal andere, os bordões e as frases da novela são hilárias até Hj viram memes
    Acredito q essa tenha sido a melhor novela de salvador mejia pq as d Hj por favor. Gostei mto da resenha Thiago, agora vê se não demora pra postar a próxima.

  7. Diogo

    viu por que o sbt sempre reprisa? sempre tem alguém que ainda não viu! kkk

  8. Matheus

    Engraçado, Corazon Indomable está dando mais audiência que La Ursurpadora , parecido quando ela ganhava de La Tempestad que são produções do casal!!!

  9. Cindi

    Ai ja perdi as contas de quantas vezes assisti essa novela. Simplismente maravilho. Ja estou na 4° novela esse ano começei com BETE A FEIA, A URSUPADORA, RIBI e agora A TemPESTADE.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *