[1995] María la del Barrio

A “Trilogia das Marias” se encerrou com chave de ouro com María la del Barrio, um estrondoso fenômeno de audiência que catapultou a carreira de Fernando Colunga e transformou Thalía, definitivamente, em “Rainha das Telenovelas”.

A história conta as desventuras de María (Thalía), que ao ficar sozinha no mundo, é acolhida na casa do milionário Fernando de la Vega (Ricardo Blume), despertando inúmeras inimizades. María se apaixona pelo filho do milionário, Luis Fernando (Fernando Colunga), um playboy irresponsável, e alvo da ambição de Soraya Montenegro (Itatí Cantoral), a sobrinha interesseira da família. Após superar uma série de obstáculos que culminam na morte de Soraya, María e Luis Fernando finalmente conseguem se casar, mas um mal entendido faz com que eles se desentendam, e nesse interim, María, grávida, dá a luz, e num ato de loucura, dá seu filho recém nascido a uma mulher desconhecida. Anos depois, esse será o calvário de María, que sequer imagina que Soraya ressurgirá viva e com sede de vingança.

MARIa-01Produzir um remake de Los Ricos También Lloran (1979) não era tarefa fácil, mas Valentín Pimstein sabia que essa era a história ideal para finalizar uma série de novelas rosas protagonizadas por Thalía. Assim, se entendia finalmente que a jovem cantora e atriz era a sucessora ideal de Verónica Castro na constelação noveleira.

Nessa época, 1995, Valentin Pimstein já era um diretor geral de telenovelas e não produzia produtos específicos. Assim, que foi uma época de muitos erros e acertos e uma safra interessante de remakes do passado com a supervisão forte do produtor. Ele decidia a novela, e escalava um produtor executivo para isso. E assim, María la del Barrio foi a oportunidade para Angelli Nesma Medina levar seu crédito, embora a mão forte do projeto seja principalmente a de Valentin Pimstein.

María la del Barrio só poderia estar a cargo da adaptação de Carlos Romero, que levou a cabo a segunda fase de Los Ricos También Lloran e é até hoje o melhor adaptador do texto da cubana Inés Rodena. Junto a direção de Beatriz Sheridan, uma expert no gênero rosa, essa novela representou a consagração de todos os elementos mais clássicos do folhetim latino: o amor entre a pobretona e o ricaço, as vilãs diabólicas, filhos perdidos, etc. As situações mirabolantes do enredo (que incluíram uma vilã ressuscitada) foi apenas um dos elementos que sentenciou para sempre o sucesso de María la del Barrio.

MARIA-02Um dos méritos mais difíceis que as novelas rosas enfrentam é conseguir passar “a verdade”, mesmo tendo como “inimigo” um roteiro repleto de absurdos e uma história previsível e pautada nos estereótipos. Nesse sentido, a direção de Beatriz Sheridan teve sua presença bem demarcada. Estavam aqui presentes a protagonista ora primitiva, ora ultra sofredora; o galã empostado; a vilã diabólica e cheia de caras, bocas e gritos. Havia essa “verdade” em María la del Barrio. É como se durante a exibição de um capítulo, o público realmente se envolvesse a tal ponto que acreditaria em todos os pontos delirantes da novela. Isso foi a mão de Beatriz Sheridan na direção da trama.

Comparando diretamente com Los Ricos También Lloran (ambas novelas se originam da radionovela Raquel), dá pra afirmar que a primeira fase da novela foi quase que totalmente reescrita. Carlos Romero pouco utilizou da adaptação de María Zarattini e produziu uma primeira fase com o seu estilo, misturando a comédia de farsa com romance, carregando as tintas nas maldades das vilãs, colocando as empregadas fofoqueiras. Ele também foi bastante ágil, fazendo a primeira fase durar pouco mais de 40 capítulos (de meia-hora, conforme exibição original no México).

MARIA-03Ele também jogou fora um elemento importante do texto original – a madrasta da protagonista que a desprovia de uma fortuna junto do amante. Aqui, María era pobre mesmo e era acolhida num ato de caridade e ponto. Outros personagens foram modificados, a vilã Soraya também tinha uma empregada que era sua cúmplice e se descobria sua verdadeira mãe, mas a Calixta (Silvia Caos) dessa versão era uma bruxa que mexia com o oculto, e tinha um destino diferente da personagem original, que se redimia e virava a grande amiga da protagonista na busca por seu filho perdido.

O galã também tinha mais irmãos, Vladimir (Hector Soberón) e Vanessa (Montserrat Gallosa), que não existiam em Los Ricos También Lloran. Vladimir prometia formar um triângulo amoroso com María e Luis Fernando, mas o personagem não aconteceu. Vanessa viveu um romance com um jovem pobre amigo de María. Mas Carlos Romero decidiu tirar os dois personagens na mudança de fase por falta de função. Soraya fez o mesmo sucesso da Esther, vivida por Rocío Banquells, na versão original. Mas o perfil da personagem era diferente. Muito mais louca, era histérica e psicopata. E acabou morrendo caindo de um prédio – mesmo sendo extremamente popular entre o público.

A segunda fase de Los Ricos También Lloran foi escrita pelo próprio Carlos Romero e essa fase é idêntica a María la del Barrio. Todas as situações se repetem. Foi quando a audiência altíssima começou a cair sem Soraya. Carlos Romero não pensou duas vezes: reviveu a personagem. Soraya havia então forjado sua própria morte e estava há anos em reabilitação enquanto paralelamente acontecia toda a situação de Maria e Nandito (Osvaldo Benavides). O melhor dessa fase é a presença de Tita (Ludwika Paleta), a filha adotiva de Luis Fernando e Maria, que passa a acreditar que Nandito é amante de sua mãe, e trama uma investigação para desmascarar a mãe.

MARIA-04A terceira fase começa com a volta de Soraya muito rica e poderosa, surpreendendo a todos. Carlos Romero foi buscar em Guadalupe (1984), original de Abel Santacruz, a essência desse espichamento. Para melhor entender: na segunda fase de Guadalupe, a vilã também volta para se vingar e decide seduzir o filho da protagonista. As semelhanças não acabam aí. Ela também tem uma enteada que deseja enlouquecer. A cena onde coloca uma aranha em seu quarto também fez parte dessa novela. Guadalupe foi protagonizada por Alma Delfina e Jaime Garza e produzida por Valentim Pimstein.

Carlos Romero precisou fazer alguns ajustes para que tudo se encaixasse: desfez o par romântico que se consolidaria entre Tita e Nandito, ao colocar em cena a paralítica Alicia (Yulianna Peniche) e o playboy Aldo (Mauricio Aspe). E pode-se dizer que Carlos Romero foi brilhante na condução dos acontecimentos. Não tanto pela verossimilhança, mas pelo ritmo frenético, as reviravoltas que a história deu, e claro, as loucuras de Soraya que marcaram a novela.

O capítulo onde Soraya flagra Nandito beijando Alicia e grita “Por que está besando la lisiada?” foi simplesmente antológico e rendeu momentos memoráveis. Todos os gritos, tapas, tesouradas, moças caindo de cadeira de rodas, senhoras jogas contra a parede criaram um dos capítulos mais marcantes de um bom… ”circo” mexicano. Soraya se consagrou definitivamente como uma grande vilã.

MARIA-05A fase a seguir marca uma série de episódios envolvendo o julgamento de Soraya, e a atitude irritante de Nandito de não acusar Soraya – o que facilitou com que a vilã fosse julgada inocente. Está aí um bom exemplo do inexplicável que pode ser o roteiro de uma telenovela a fim de manter o fio condutor da trama vigente. Outro, talvez até mais forte, seja a facilidade como se justifica que, por ter sido abandonada pelo marido, María entregue seu filho para uma desconhecida e caia num estado de loucura. Mas tudo bem, novela é novela.

Alguns momentos dos bastidores merecem destaque. Thalía chegou a ficar doente durante um período, e sua saída da novela foi justificada com uma viagem onde ajudaria Vanessa a resolver problemas em seu casamento. Nessa etapa, Victoria (Iran Eory) assume as funções que seriam de Maria na trama. O outro, já na reta final, diz respeito a oportunidade que Carlos Romero proporcionou a seu amigo, Alberto Gómez, de trabalhar em solo mexicano. Ele simplesmente entregou os últimos capítulos da novela para seu colega. Trata-se da fase onde María é dada como morta no incêndio da cadeia e vai parar na casa do Dr. Daniel (Ariel López Padilla), com o codinome Martha Laura e tem que enfrentar a rivalidade de Cecília (Frances Ondiviela). Mesmo cerca do final, ainda havia lenha para queimar e essa etapa deu a impressão de que a história não terminaria nunca.

Mas isso dura pouco e logo Carlos Romero retorna para o grande final. María recupera a memória quando é sequestrada por Soraya e o incêndio na cabana culmina na morte (definitiva) de Soraya. Um êxito que registrou primeiro lugar absoluto no México no ano de 1995, e deu a volta ao mundo, sendo êxito e dezenas de países e inúmeras dublagens.

MARIA-06O elenco reuniu novatos e veteranos num equilíbrio perfeito. A escolha de Thalía como protagonista não poderia ser melhor. Dona de um carisma impressionante, a atriz é capaz de hipnotizar o telespectador e fazê-los acreditar nos mais absurdos e delirantes acontecimentos dentro da sua personagem. Sua facilidade para chorar, e sua impressionante beleza acabaram ofuscando coisas que foram criticadas, como ela fazer o papel de mãe de um adolescente apenas com uma mudança de penteado, entre outros. Mesmo Thalía não sendo a melhor atriz do mundo, é impossível não se divertir, por exemplo, na surra que María deu em Soraya no estacionamento do teatro, ou não vibrar, como quando ela corre atrás do tem para revelar a Nandito que era sua verdadeira mãe. O tema musical, María la del Barrio, cantado por Thalía, foi outro grande sucesso, e marcou sua carreira, também como cantora.

Fernando Colunga havia se destacado em algumas novelas anteriores em papéis coadjuvantes, como Alondra, também de 1995. Era um ator bastante fraco e inexperiente, mas seu rosto e porte atlético o converteram no galã do momento. Fernando Colunga representava todo o ranço dos papéis masculinos em novelas rosas: era o playboy canalha, que posteriormente vira um homem dominado pelas mulheres. No decorrer da trama, a imprensa apontava um romance entre Thalía e ele, até hoje sem confirmação.

MARIA-07Mas ninguém brilhou tanto como Itatí Cantoral. Valentim Pimstein apostou nela como vilã e não se arrependeu. Seu olhar impactante, voz, porte, e seu ódio sem fim contra a “marginal”, dignos dos grandes momentos das melhores atrizes antagonistas, como Laura Zapata ou Maria Rubio. Não à toa foi difícil ela se livrar do estigma do papel de Soraya Montenegro. A volta da personagem é o argumento mais concreto do sucesso da performance impecável de Itatí Cantoral. A direção pediu histrionismo, exagero, e Itatí Cantoral deu tudo isso sem deixar de lado uma interpretação verdadeira. O tema incidental de terror que acompanhava as cenas de Soraya contribuíram para tudo ficar mais delicioso. Rivais na ficção, a amizade entre Thalía e Itatí Cantoral foi bastante comentada ao longo dos anos. O time de vilões também teve atores de trajetória, como Ana Patrícia Rojo (que teve a participação mais relevante, como Penélope), Roberto Blandón, Sebastián Ligarde e Frances Ondiviela. Mas não houve como superar Itatí Cantoral e sua Soraya.

Ricardo Blume e Iran Eory contribuíram com sua experiência ao fazer papéis de apoio, time este reforçado com Enrique Lizalde mais tarde. Eram atores que estavam ali para dar um suporte. Carmen Salinas encabeça o time de atores extremamente populares em papéis feitos sob medida para eles. A sofrida Agripina tinha a simpatia de boa parte do público. Quem nunca se revoltou quando imediatamente após saber que María era sua mãe, Nandito passa a chamá-la de “Mamãe Agripina”? O mesmo pode-se dizer ao bom time de atores que sempre participam das “novelas da Thalía”, como Ninón Sevilla, Raul “Padilla” Choforo, Meche Barba, Pituka de Foronda, e, sobretudo, René Muñoz, sempre carismático, desta vez como Veracruz. Também merece destaque a engraçada intervenção de Rebeca Manriquez como a fofoqueira Carlota. Num dos capítulos, durante o julgamento de Soraya, mesmo tendo a oportunidade de acompanhar de perto, prefere ouvir atrás da porta.

MARIA-08María la del Barrio ainda revelou atores jovens, como Osvaldo Benavides, numa atuação bastante controversa como Nandito. Houve quem o achasse um excelente ator juvenil, outros o achavam delicado demais para ocupar o posto que fora do galã Guillermo Capetillo na versão anterior. Melhor se saiu Ludwika Paleta, que encontrava um caminho numa fase onde é difícil para um ator saído da infância encontrar um bom papel. Sua Tita era interessante, e a atriz conseguiu se destacar com mérito. Yulianna Peniche foi outro bom destaque com sua doce Alicia.

Posteriormente, a produtora Angelli Nesma, discípula de Pimstein, dedicou-se a outras novelas rosas, mas nunca com o mesmo brilho. Somente anos depois ela encontraria uma forma de conduzir suas novelas com o seu próprio estilo. María la del Barrio é, sem exageros, um dos mais retumbantes sucessos da história da TV mexicana. Reprisada inúmeras vezes, não apenas no Brasil, a novela é garantia de êxito por onde passa – não importando o número de exibições.

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17 comentários sobre “[1995] María la del Barrio

  1. Mario J.

    Amei essa novela! Quem deveria ter ganhado o TVyNovelas era María la del Barrio e não Lazos de amor.

    Já que você já escreveu sobre aluns clássicos como Los Ricos También Lloran, Cuna de Lobos, a Trilogia das Marias, Corazón Salvaje e La mentira, poderia escrever sobre mais clássicos como:

    Cadenas de Amargura (1991);
    Colorina (1980);
    Vivir un Poco (1985);
    El Maleficio (1983);
    Imperio de Cristal (1994);
    Rosalinda (1999) – que embora não tenha feito sucesso, era uma excelente novela.

  2. Sabrina Leonardo

    Oh novela boa!! Confesso que a primeira fase foi a minha favorita quando Maria começou a gostar de Luiz Fernando, era muito engraçado as cenas deles, me divertia. O exagero em María la del Barrio era gritante, mas eu gostava. Soraya foi uma diva, acho que devia ter prêmios para os melhores vilões poque sem dúvidas são eles que agitam a novela. Confesso que o que mais gostei na cena que Soraya derruma a doce Alicia, é a vilã realmente não tava nem aí pro fato da menina ser dependente de uma cadeira de rodas, sai completamente do politicamente correto, e isso choca! Queria ver Maria outra vez. Adoro!

  3. Thiago Fernandes Autor da Postagem

    Algumas coisas sobre o que você citou, Sabrina.
    1. Muitas pessoas gostam mais da primeira etapa porque foi onde existia bastante comédia.
    2. Não existem prêmios SOMENTE pra vilãs, mas no TVyNovelas daquele ano, Itatí Cantoral sim foi premiada como melhor atriz antagonista de 1995!
    3. Não tem quem não ame o capítulo que ela derruba a Alicia e faz aquela confusão toda hehehe
    4. Maria do Bairro logo será reprisada, tá praticamente um ano sim, outro não heheh

  4. Felipe Rodriguez

    Hahahahaha, não tenho muito o que falar deste clássico de telenovela, é a minha novela favorita! Todos os elementos que eu adoro em novelas estão em “Maria do Bairro” e posso dizer sem sombra de dúvidas que é a melhor novela que eu já vi, nunca me esqueci dos momentos marcantes da inesquecível história da catadora, um marco da dramaturgia Mexicana! Itati Cantoral, Fernando Colunga e Thalía arrasaram em “Maria do Bairro”! Soraya Montenegro foi uma vilã memorável, além de tudo a novela tinha muito romance, brigas, intrigas, paixões tudo que a fez um sucesso de novela, adorei “Maria do Bairro” de todas as maneiras, logo na primeira cena e fiz questão de acompanhá-la nesta última reprise de 2013/2014, novelão! A trilogia das Marias não poderia ter se encerrado de forma melhor, “Maria do Bairro” é uma das melhores novelas feita nos anos 90, êxito no mundo todo! Thalía então se consagrou de vez como atriz, rainhas da telenovelas, e como esquecer o tema de abertura, Maria la del Barrio com muncha honra yo soy.

  5. Lucas

    Eu amo essa novela, já vi algumas vezes, hehehe, e entre ela e outros clássico, tipo La Usurpadora ou outras Maria, prefiro ela, disparado. Adoro a fase inicial, cheia de barracos, comédia e as gafes da Maria humilde, porém é a fase da volta da Soraya, na qual a família de la Vega está mais estruturada, digamos assim, que eu prefiro.
    Apesar de todos os exageros coerentes com a linguagem e a época em que a novela foi produzida, de fato, do Bairro passa uma “verdade” inexplicável, que nos faz acompanhar toda a saga de Maria, Luis Fernando, Nandinho, Tita e inclusive, dos empregados, que não sei se notaram, foram os únicos que não envelheceram quando os anos passam, hahaha!
    Também gostaria de ler uma coluna sobre Rosalinda, que teve mais espinhos que pétalas, mas também gostei bastante.

  6. Monalisa Sette

    Você já tinha meu respeito pelas ótimas resenhas que escreve , depois dessa tenho certeza que não há quem o faça melhor que você. Esperei muito tempo por essa resenha, essa é minha novela favorita, e saber de detalhes, até então, desconhecidos é maravilhoso. Sempre soube que Maria la del Barrio tinha o dedo rosa do Valentin. Lembro da Thalia dizer em sua biografia que chegou ao Valentin e dizer que n aguentava mais, e assim ganhou dias de folga, nos quais foram exibidos uma serie de melhores momentos da novela. Ou ainda que a cena do trem ( uma das melhores na minha opinião) causou a Thalia uma pneumonia, pelo fato de ter sido rodada as 4:00 da manhã. Enfim, descobrir os segredinhos da nossa novela favorita não tem preço, então, obrigada por seu ótimo trabalho.

  7. Thiago Fernandes Autor da Postagem

    Puxa, que legal saber que você gostou da resenha! Eu também adoro María la del Barrio! Então, sobre esse período, de fato, ela saiu, mas não ficaram com melhores momentos, a novela teve seu curso normal, onde ocasionalmente a ausência da Maria era citada o tempo todo, e lembro que tem uma cena onde a Victoria vai na casa da Soraya tirar satisfações sobre a bebedeira do Nandito ou algo assim… Função que seria de Maria, caso Thalía estivesse gravando.

  8. Monalisa Sette

    Bem, isso foi Thalia quem disse, achei meio estranho, ela é meio lerda, pra ter feito confusão não custa nada. Obrigada por me responder.

  9. Kleber

    Um novela memorável com uma excelente resenha.Parabéns Thiago!!

    Gostaria de ler quando possível um texto de La que no podia amar!!

  10. Diogo

    que a novela é um grande sucesso, isso nem se fale…que tem cenas memoráveis….tbm
    gosto muito da primeira fase, acho q a fase da busca da maria pelo nandinho e depois quando ela tenta esconder de todos q o encontrou a parte mais chata da novela…a maria quase vira insuportável…mas aí, vem a grande fase da novela…com a volta da soraya!

  11. nanda

    Vi maria do bairro umas duas vezes gostei muito por que a protagonista a Maria não ninguém passar ppr cima dela com a soraia era até ingracado as brigas e no fim acabou lindo pra mim que ja vi várias novelas mexicanas e brasileiras foi um bom final um dos melhores.

  12. Joyce

    Sou apaixonada por Thalia e Maria do Bairro, assistindo novamente a novela e posso dizer, Soraya é a pior vilã que já vi!!!!

  13. Joyce

    Sou apaixonada por Thalia e Maria do Bairro, assistindo novamente a novela e posso dizer, Soraya é a pior vilã que já vi!!!! Pior no bom sentido!

  14. higor evangelista

    QUE SALVOU A NOVELA FOI SORAYA A HISTORIA DE MARIA ERA BEM FRACA , NA MINHA OPINIÃO DEPOIS NA VOLTA SORAYA VIROU A PROTAGONISTA A HISTORIA GIRA MAIS DELA DO QUE NA MARIA .

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