[2004] Rubí

O clássico de Yolanda Vargas Dulché encontrou uma moderna adaptação para que se convertesse em um dos grandes sucessos da Televisa: Rubí foi um hit.

Na trama, Rubí (Bárbara Mori) é uma jovem ambiciosa, que quer sair do ambiente de pobreza em que vive. Para alcançar seus objetivos, Rubí pretende se casar com um homem rico. Na universidade, se aproxima de Maribel (Jacqueline Bracamontes), jovem rica, meiga e ingênua, e que por uma deficiência na perna, é insegura. Maribel está apaixonada por Hector (Sebastián Rulli), um arquiteto milionário. Este, por sua vez, é amigo de Alejandro (Eduardo Santamarina), um médico em início de carreira, em quem Rubí põe os olhos acreditando ser rico. Quando ela descobre a verdade, o despreza – mesmo já estando completamente apaixonada. É quando acontece o inevitável: Rubí começa um jogo de sedução com Hector, que culmina com Maribel abandonada no altar. Já rica e casada com Hector, Rubí regressa e enfrenta as consequências do que fez, sem jamais tirar Alejandro de seu coração.

RUBI-01Rubí foi mais uma história criada por Yolanda Vargas Dulché para a revista “Lágrimas, Risas y Amor”. O diferencial era a protagonista vilã, o que causou frisson na época. Em 1968, uma famosa versão para a TV levou ao sucesso a atriz Fanny Cano. Nesta versão, o galã da novela foi Antonio Medellin, que agora fazia o pai de Alejandro. Dois anos depois, em 1970, Rubí ganhou uma versão cinematográfica, desta vez protagonizada por Irán Eory.

Um grande sucesso, a versão de 2004 conseguiu a proeza de atualizar com perfeição a história para os dias de hoje. Uma deliciosa novela com a dose exata de folhetim, intrigas, reviravoltas, e até sensualidade, mesmo sendo exibida às 20h. Como a história original era bem curta, a adaptadora Ximena Suárez, sob a produção caprichada de José Alberto Castro, tratou de criar inúmeras tramas paralelas para que aumentasse o número de capítulos da novela. Como a vida dupla de Genaro (José Elias Moreno), tio de Hector, casado com Elisa (Ana Bertha Espín), que sofria por não ter podido ter filhos, e ao mesmo tempo, levando anos tendo Lilia (Arlete Pacheco) como  outra esposa, e outros filhos com ela. Ou ainda o triângulo amoroso vivido por Cristina (Paty Díaz), a irmã batalhadora de Rubí, dividida entre o simples chofer Cayetano (Luis Gatica) e o médico Marco (Jan). Também houve uma abordagem sobre o Mal de Alzheimer, por meio de Carla (Olivia Bucio), a mãe de Alejandro que padecia da doença. Correndo por fora, havia uma trama sobre os bastidores de uma pesquisa científica, que tornava Alejandro inimigo de seu superior, Dr. Bermudez (Carlos Cámara), médico corrupto.

RUBI-02Algumas boas contribuições atuais tiraram a novela dos anos 60, como por exemplo, o fato do romance entre Maribel e Hector começar na internet. E mesmo sendo um reconhecido remake, o fato da protagonista ser uma vilã causou o mesmo impacto de novidade que antigamente. E a verdade é que, a Rubí de 2004 tinha até mais traços humanos que as anteriores. Ela era má, ambiciosa, mas tinha humanidade, como no amor incondicional pela mãe Refugio (Ana Martin). Já outras, careciam de credibilidade, como aceitar que Genaro, sendo um homem rico e culto, acreditasse que a deficiência na perna de Maribel pudesse afetar a capacidade dela engravidar – razão pela qual ele estava contra o casamento do sobrinho!

Ao menos no México, o sucesso não veio logo de cara. Os primeiros capítulos não tiveram a audiência esperava, e a principal razão era a lentidão dos acontecimentos. Mesmo pautada por diálogos e situações interessantes que demonstravam bem as raízes da ambição da protagonista, Rubí custou a engrenar. Afinal, todos já sabiam que Rubí tiraria Hector de Maribel, e inúmeros capítulos giravam em torno da insinuação disso. A audiência só reagiu quando Rubí finalmente roubou Hector da amiga em um capítulo antológico. Foi por volta do capítulo 30, que, abandonada no altar, Maribel flagra Rubí com Hector rumo ao aeroporto. Ciente de que a noiva abandonada estava assistindo, Rubí beija sua nova conquista, deixando Maribel arrasada. A partir daí, a audiência entrou numa incrível curva ascendente, se tornando o grande sucesso de 2004.

RUBI-03Com a nova fase, todos os núcleos ganharam movimento. Entravam então novos personagens: Hector faria parte da construção de hotéis e conhece Yago (Sergio Goyri), um milionário que tem uma relação com Sônia (Marlene Favela). Yago logo se interessa por Rubi e tenta conquistá-la, bem ciente do quão ambiciosa e interesseira ela é. Sônia, por sua vez, vira um novo interesse para Alejandro. O interessante dessa fase é que a ação muda da Cidade do México para a paradisíaca Cancun. Ao mesmo tempo que Rubí não desiste de conquistar Alejandro, este começa a triunfar na carreira. E embora todos tentem abrir os olhos de Hector quanto ao real caráter de Rubí, ele a defende diante de todos. Mas, até então, Rubí se mantém discreta diante do marido. Ela enfrenta inclusive, o desprezo de Refugio, que não a perdoa pelo que fez.

Uma das maldades mais fortes de Rubí foi mandar Cayetano pra prisão, por pura birra com o rapaz, que tentava abrir os olhos dela sobre trocar o verdadeiro amor por dinheiro. Este fato desata a morte de sua mãe Refugio, que causa um grande remorso em Rubí e é quando a história começa a virar novamente. Três anos se passam, e Rubí se sente cada vez mais só. Além disso, Hector atravessa dificuldades econômicas e está cada vez mais ciumento. Sônia se casa com Alejandro, mas em outra cena memorável, cai de uma escada e morre, após uma discussão com Rubí.

RUBI-04Talvez um dos rumos mais inéditos dessa adaptação foi unir Maribel e Alejandro. Maribel, que nas versões anteriores, praticamente perdia a importância após ter seu noivo roubado, aqui jamais ficou apagada, e a partir dessa fase, assumiu um caráter de “mocinha” da novela. Nessa nova etapa, dois novos personagens se integram: Conde de Aragón, um sócio de Hector, que obviamente, tem uma obsessão por Rubí (e basicamente cumpre a mesma função que Yago, que saiu da novela abruptamente) e Elena, sua assistente, que se apaixonará sinceramente por Hector.

A fase final é recheada de discussões, bofetadas, barracos e cenas de ciúme entre Hector e Rubí. A essa altura, já fica claro que Rubí não iria se regenerar, e o final da novela, rodeado de expectativas, mostrou Rubí caindo de um prédio, perdendo uma perna, perdendo sua beleza, e já velha, incitando sua sobrinha Fernanda (vivida também por Bárbara Mori) a seduzir Alejandro, após anos de casado com Maribel. Um final controverso, e que só não foi melhor aceito, pela peruca horrorosa que puseram em Barbara Mori para caracterizá-la como uma Lolita.

RUBI-05A inegável química em cena de Bárbara Mori, tanto com Eduardo Santamarina quanto com Sebastián Rulli, junto ao carisma de Jacqueline Bracamontes, garantiu a diversão por 115 capítulos. Nem tudo foi perfeito. Algumas tramas bobas, como o triângulo entre Paco (Sergio Argueta), Lorena (Ingrid Martz) e Ingrid (Mariana Rountree) só servia para encher capítulos, ou o romance entre Cayetano e Cristina, que foi tornando o personagem tão chato e amargo, que a saída foi criar uma doença, para que Cristina pudesse ficar com Marco. Entenda-se: a história, embora muito dura, sempre foi interessante. O ruim foi transformar o personagem Cayetano, que era querido pelo público, num homem muito diferente do que era no começo da trama.

Um dos charmes de Rubí foi o elenco fora do óbvio reunido. A maior expectativa era descobrir quem interpretaria a protagonista. Numa excessiva ação da imprensa, inúmeros nomes foram veiculados, e até mesmo, atrizes se ofereceram para viver Rubí, até que a uruguaia Bárbara Mori foi a escolhida. A decisão causou estranheza, já que ela vinha da TV Azteca, rival da Televisa. Mas não poderia existir melhor opção. Mesmo com oportunidades para ser exagerada, ela fez a composição perfeita entre sensualidade e maldade. A beleza da atriz virou referência, e incrivelmente, após esse trabalho, ela se fechou para outras novelas, mesmo tendo ganho um mais que merecido status de estrela. Mas, talvez até o fato de ter feito somente esta novela e depois praticamente sumir, tenha tornando a interpretação de Bárbara Mori como Rubí ainda mais icônica.

RUBI-06Eduardo Santamarina recuperou o prestígio após alguns trabalhos duvidosos como o protagonista Alejandro. Ele tinha porte e sobretudo carisma. Mas o posto de galã foi mesmo de Sebastián Rulli, mesmo com o visual exageradamente platinado e o corpo ultra esculpido, ele superou o estigma de ser apenas um modelo com uma interpretação segura do atormentado Hector. Jacqueline Bracamontes causou ternura como Maribel, e isso lhe garantiu oportunidades como protagonista em seus trabalhos posteriores.

As atuações maduras também tiveram seu merecido reconhecimento. Ana Martin novamente brilhou como uma mulher sofredora (seu novo padrão após a maturidade como atriz) e entregou uma Refugio ora chorosa, ora firme. Ana Bertha Espín, que havia sido praticamente revelada em Amor Real, teve novamente um papel de destaque, o que garantiu que sua carreira tivesse uma continuidade ascendente. José Elias Moreno, mesmo com alguns exageros e gritos, também teve destaque como Genaro. E Josefina Echánove, sempre fazendo personagem de babá, ao menos aqui teve papel fundamental no decorrer da história. Mas ela ficou doente e precisou sair, causando a morte inesperada de Pancha.

RUBI-07Outros atores de suporte tiveram destaque. Paty Díaz talvez tenha conseguido aqui um de seus melhores personagens. Sua Cristina foi forte e sofrida ao mesmo tempo, e ganhou a simpatia do público. Sergio Goyri impôs sua presença como um personagem tipicamente seu: de vilão. Desentendimentos com a produção o afastaram da novela, porém. Yadhira Carrillo, que em 1998 perdeu a protagonista da novela Ángela (do produtor José Alberto Castro, que naquela ocasião, beneficiou sua então esposa Angélica Rivera) voltou a trabalha com o produtor. E mesmo que na novela anterior do horário, Amarte es mi Pecado, tivesse sido a protagonista, aqui teve uma participação que não desmereceu sua trajetória. Elena era um bom personagem e tinha função importante na novela.

No campo da comédia, dois destaques. Miguel Pizarro viveu Loreto, o afetado costureiro que virou cúmplice e melhor amigo de Rubí. Embora ele fosse ultra caricato no estereótipo de gay, não há como negar que seu bordão “Rubí, tan bella, como peligrosa” fez um tremendo sucesso. Miguel Pizarro havia quase tentando se matar pouco antes, e esse personagem reviveu sua carreira. E ainda, a comediante Leonorilda Ochoa, que vivia a fuxiqueira vizinha Doña Lola.

O tema de abertura, La Descarada, cantado por Reyli, fez tanto sucesso, que em muitos lugares, o termo “La Descarada” foi usado para se referir à novela ou à personagem.

RUBI-08A verdade é que Rubí também reascendeu a carreira de José Alberto Castro, que vinha de sucessivos problemas. Em 1999, enfrentou um processo por plágio na infantil Serafín. Em 2001, fracassou no horário nobre com Sin Pecado Concebido. Rubí foi uma grande sacada, e a parceria com Ximena Suárez passou a ser bastante sólida no decorrer dos anos, mesmo entre novelas que não foram tão bem assim. O sucesso de Rubí foi tão grande que o público passou a praticamente exigir que o produtor fizesse a nova versão de Teresa (1989), com Bárbara Mori também como protagonista. Então foi levantado o arsenal de semelhanças entre as duas histórias – que tem origens e autores diferentes. Seria uma estratégia como a de Thalía vivendo inúmeras “Marias” ou Gabriela Spanic no rol de gêmeas. Mas Bárbara Mori decidiu investir sua carreira no cinema. José Alberto Castro só se animaria a produzir o remake de Teresa em 2010, trazendo Angelique Boyer, Aaron Díaz e Sebastián Rulli como protagonistas. Sebastián Rulli, aliás, viveria novamente o marido traído.

Rubí conseguiu ser original, mesmo sendo um remake. Trouxe um bom respiro à formula da novela clássica, mesmo sendo clássica também. Grande mérito de Ximena Suárez, da produção de José Alberto Castro, e da figura inesquecível de Bárbara Mori como “a descarada”.

16 comentários sobre “[2004] Rubí

  1. nanda

    Rubi realmente marcou época hoje 10 anos depois ainda é maravilhosa uma novela dinâmica e mesmo as maldades de rubi nunca cheguei a odiar la descarada.
    Uma cena que pra mim marcou muito e quando rubi já sabendo que ta gravida tira a sobrinha da frente do carro e é atropelada levando a perder o bebê, me marcou por que de alguma forma ela amava a sobrinha que no futuro viria a ser o instrumento de vingança.
    Sem dúvida rubi e eterna mudando a dramaturgia mexicana…
    Ótima resenha Thiago Fernandes espero ansiosa por triunfo do amor…

  2. Matheus

    Gostei , a novela foi ótima grande atuação da Barbara , queria pedir a resenha de Rosalinda (1999) ,Velo de Novia (2002) Angela (1998) e Canaveral de Pasiones !!!

  3. Kleber

    Falar o que de Rubi?

    Simplesmente uma das melhores tramas já exibidas aqui…

    Uma das poucas coisas que não gostei, foi a Fernanda ter aquela peruca horrível e a novela ter aquela interrogação no final. Ficou um pouco de quero mais…

  4. Thiago Fernandes Autor da Postagem

    Sim, Nanda, esse momento que você comentou mostra que ela era uma vilã, mas sem ser 100% má ou impiedosa, como pede o folhetim clássico.

  5. Thiago Fernandes Autor da Postagem

    A peruca horrível realmente nada justifica… Sobre a interrogação…Nem sempre queremos mais… Mas somos induzidos a achar que sim, como nesse caso!

  6. Gisele

    Gostei muito de Rubi, pois era aquela personagem que momentos torcia por ela e as vezes ficava de boca aberta quando ela fazia suas maldades. Tive pena dela diversas vezes e tinha raiva da Maribel. Foi uma novela de muitas reviravoltas. Ela está na lista de minhas novelas favoritas.

    Adoro suas resenhas. Aguardo ansiosamente as resenhas de El alma no tiene color (infelizmente a vilã interpretada por Lorena Rojas faleceu essa semana); Salomé; El nombre del amor; Fuego en la sangre; Esmeralda; Angela; Mujer de Madera; Preciosa; Duelo de pasiones, entre outras minhas preferidas.

  7. João Vitor N. Mendes

    Confesso que nunca consegui torcer contra a Rubi, sempre torci pra ela se dar bem rsrs! Achei o final genial, muito bem construido, tirando a peruca rs, uma pena que o povo critique tanto! No geral, gostei de toda a novela, mas só na reta final fiquei empolgado, parecia que a novela toda era só uma preparação para chegar naquela reta final maravilhosa! Sobre o elenco principal, foi um milagre eu ter gostado rsrs, porque tirando o Rulli, não gosto de nenhum dos outros 3 principais rs! Otima resenha!

  8. Felipe Rodriguez

    Como se esquecer da Descarada? “Rubí” é uma das melhores novelas da Televisa! Mais do que o merecido ela ter levado o prêmio de melhor novela do ano. Barbara Mori foi praticamente impecável neste papel, Rubi sabia ser perversa e muito cruel e ao mesmo tempo ser sedutora, atraente com seu visual marcante (vide-se o famoso vestido vermelho) e também sabia fazer aquela cara de anjo no qual conseguia disfarçar seu verdadeiro caráter. Adorei essa novela, mas confesso que no começo eu não suportava aquela lentidão, vi ela em 2013 quando o SBT a reprisou e ainda por cima passou na íntegra, acho que poderia ao menos ter cortado algumas partes do começo da novela, pois a forma na qual as coisas demoravam para acontecer era uma coisa muito cansativa, mas depois a novela ganhou agilidade e a descarada mostrou ao que veio. Se 90% dos atuais remakes da Televisa fossem como “Ruí” que trouxe seu original para os dias atuais e ainda conseguiu deixar sua marca registrada mesmo sendo um remake, aposto com toda certeza que a Televisa voltaria aos anos dourados das telenovelas. Algumas subtramas eu confesso que eu não gostava, preferia muito mais a trama central. Afinal de contas a Descarada ajudou até mesmo José Alberto Castro que vinha daqueles problemas com suas tramas anteriores, aqui ele praticamente se superou. E também não só a Bárbara Mori, mas como também todo o elenco contribuiu para o grande fenômeno da novela. Mas eu não sabia que em “Teresa” (2010) o público queria Barbara Mori novamente como protagonista, de fato o sucesso da vilã como protagonista pegou mesmo na atriz Uruguaia assim como pegou ás “Marias” em Thalía. “Rubí” foi uma excelente novela, mesmo com o final lento a novela deve uma série de qualidades no qual contribuíram para todo seu êxito.

  9. Thiago Fernandes Autor da Postagem

    As pessoas reclamam quando as pessoas ficam estigmatizadas por um papel…Mas praticamente no dia seguinte ao último capítulo já estavam pedindo remake de Teresa com ela! hehehe Sobre o vestido vermelho da Rubí, é mais um daqueles “uniformes” como as roupas das Marias pobres… ou as cores das gêmeas na Usurpadora. Um elemento kitsch adorável ao meu ver!

  10. Diogo

    Rubi é uma novela excelente…e só não é 10 por aquele início um tanto lento….Claro, é normal que as situações sejam plantadas e depois estourem no devido momento…mas dava pra ter resumido um pouco mais ali
    A Bárbara Mori foi excelente no personagem…deu até pra entender por que trazer alguém de fora pro papel (o que geralmente sou contra)
    Jacqueline Bracamontes q eu geralmente não gosto mto…nessa novela esteve bem…Digo mais, nenhuma de suas protagonistas foi mais marcante q a Maribel…
    e gostava sim de Rubi ser humana, não apenas malvada o tempo todo..

    aliás essa novela acho q tem uma pegada bem moderna…mas sem deixar de ser clássica…deveriam fazer mais assim!

  11. Lucas

    Diferente da maioria, eu não sou um grande fã de Rubi na segunda parte da novela. Apesar de muitos capítulos lentos, como amplamente apontado aqui, eu sou fã dos capítulos que giram em torno do caso da descarada com o Héctor. A cena da Maribel deixando seu buquê de noiva cair na escada rolante ao ver os dois se beijarem está gravada em algum vhs mofado meu, haha, e também no meu coração!
    Mas de fato a novela tem histórias interessantes depois também. As atuações foram muito boas. Até Carlos Camara no seu vilão (?) me agradou. Engraçado que tanto em Rubi e Amor Real ele virava arqui-inimigo do galã sem grandes motivos hehehe.
    Sdds das estrelas que aqui brilharam e hoje não fazem novelas mais: Yadhira, Jacqueline e, claro, Bárbara Mori!

  12. Loren Nayara

    Como qualquer outra pessoas apaixonada por novela também tenho e a minha é:Yadhira Carrillo. Não era fã da novela Rubi, mas quando vi aquela elegancia em pessoa, fiquei louca.Elena era charmosa, carinhosa e apaixonada de verdade por Heitor. Dentre todos os seus personagens este acho um dos melhores, , só perde para Cordelia e Carlota e Nora de Amarte es mi Pecado.

  13. Thiago Fernandes Autor da Postagem

    Loren, eu também sou fã da Yadhira Carrillo, inclusive sinto falta dela das novelas. Claro que, comparando com as protagonistas de La Otra e Amarte es Mi Pecado, a Elena de Rubí perde porque não tem o mesmo peso. Ainda assim, é uma excelente personagem, e que consegue ganhar a torcida das pessoas! Inclusive entrando com a história mais avançada!

  14. Leandro Moura

    Nossa, eu também amo a Yadhira Carrillo! A atuação dela em La Otra foi muito marcante. Considero essa novela inesquecível! Impossível não se prender à história das sósias. Também torci e vibrei mto pela Leonora Madrigal em Amarte es mi pecado. No entanto, muito me estranha que um atriz desse quilate esteja desde 2007 longe das novelas. Alguém sabe me dizer o motivo do afastamento? Será que foi o casamento?

  15. Thiago Fernandes Autor da Postagem

    Acredito que foi o casamento, Leandro, e novela é sempre um projeto longo que toma muito tempo. A atriz faz falta.

  16. Joyce

    Rubi foi uma das melhores novelas que o SBT transmitiu. Sou mega fã.

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